Você está seguro de que Jornalismo é mesmo seu futuro? -
Resultado
Você marcou 55 pontos! SINAL VERDE!
Está no caminho certo. Você já tem uma boa noção do que a carreira de Jornalismo representa. Agora, só falta entrar na faculdade e se dedicar aos estudos para se tornar um profissional de alto nível.
http://guiadoestudante.abril.com.br/profissoes/testes/voce-esta-seguro-jornalismo-mesmo-seu-futuro-508723.shtml?undefined?fim
Beeijos, Jaqueline.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Coração vibrando
‘sempre que houver alternativas, tenha cuidado. não opte pelo conveniente, pelo confortável, pelo respeitável, pelo socialmente aceitável, pelo honroso. opte por aquilo que faz o seu coração vibrar. opte pelo que gostaria de fazer, apesar de todas as conseqüências’
{Osho}
NUNCA MAIS vou esquecer disso.
Nunca, nunca, nunca, nunca mais! O que importa na vida é o que importa pra nós mesmos, o que queremos, o que sonhamos, o que, como diz Osho, faz nosso coração vibrar.
Admito que são inúmeras as coisas - e as pessoas - que fazem meu coração vibrar, mas cada uma mexe comigo de uma maneira e intensidade diferentes, então, são incomparáveis.
E, eu havia me esquecido, uma delas é o jornalismo.
É impossível dizer isso sem ser piegas.
Outra coisa - coisa ou pessoa? - que me vibra o coração é Clarice.
Sim, a Lispector. Quem mais? A filha da Betina, de Viver a Vida?
Beeijos, Jaqueline.
Comunicado;
Não devo ter sido tão clara quanto gostaria, ontem. Sabe quando você chuta o pé da cama e seu dedinho dói muito e, automaticamente, você grita um palavrão? Pois é, isso é só uma reação involuntária. Ter gritado um palavrão, naquela hora, não faz de você uma pessoa sem educação que fala palavrões o tempo todo.
Qualquer vestígio de desânimo e/ou desistência que eu tenha demonstrado foi como esse palavrão, saiu sem querer. A verdade verdadeira é que eu NUNCA vou desistir de ser jornalista, aconteça o que acontecer! Que fechem todas as faculdades, que cancelem pra sempre o valor do nosso diploma, que cortem as melhores partes dos meus textos desavisadamente antes de publicar...!
Enquanto houverem ações, fatos, mentiras, verdades; enquanto houverem fofocas, enquanto houverem eventos, eleições, guerras, crises... Enquanto houver qualquer coisa lá fora, além de nós mesmos e a humanidade se movimentar, de qualquer forma, haverá notícia. E, havendo notícias, nós, jornalistas, estaremos aqui. Pra apurar os fatos e informar detalhadamente o que está acontecendo.
Que tirem nosos diplomas, ou o que quiserem... Nossa alma sempre será investigativa.
Então, despreocupem-se... Sua jornalista preferida não desistiu.
E, se ela pensar nisso de novo, vou fazê-la escrever mil vezes:
"A QUITTER NEVER WINS,
AND A WINNER NEVER QUITS!"
(UM DESISENTE NUNCA VENCE,
E UM VENCEDOR NUNCA DESISTE!)
Beeijos, Jaqueline.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Ironicamente, incerta
Minha irmã tem uma teoria, dentre tantas, que diz que quando alguém se acha potente demais, independente demais, o bam bam bam mesmo, acaba acontecendo algo que tira seus pés do chão, vira sua vida de cabeça para baixo para que esse alguém se de conta de que ele não é nada, de que precisa ser mais racional, mais humilde, menos pretencioso... Que pode mandar na própria vida, no próprio nariz, mas não no próprio destino.
E ela também diz a tal: 'Deus faz hoje a gente entende amanhã'
Ontem, eu, toda tonta, vim até aqui e desenrolei mil linhas sobre o drama do meu primeiro emprego, muito merecido, mas negado. Hoje, de boa, to cagando e andando pro emprego. Continuo querendo-o, não mudou nada do que eu escrevi ontem, mas... Sabe a sensação de 'tenho coisa mais importante pra me preocupar'? Pois é.
Simplesmente, quando descobri - quando me contaram - que não abriria o curso de Jornalismo na FPM, assim como o de Publicidade, meu primeiro instinto foi rir. Depois, fiquei brava, por alguns segundos, depois murchei. Como se tudo houvesse sido sugado de dentro de mim, não tive vontade sequer de xingar a faculdade, os retardados que desregulamentaram minha profissão, aos outros idiotas que desistiram do jornalismo por causa disso...! Eu fiquei simplesmente perdida. Só perdida, sem saber o que fazer, com os movimentos lentos, como que em câmera lenta.
Só pra garantir que não haverão dúvidas, releremos uma partezinha do meu post de ontem:
"Não, não pretendo, nem tenho vocação, pra ser professora. O mundo da notícia é meu mundo, vai ser minha vida, foi a minha escolha. Então nem perca tempo me aconselhando a faculdade de Letras ou Pedagogia, no lugar de Jornalismo (que, afinal, nem precisa de diploma mesmo, né?). Também não comece com aquele papo cafona de maternidade."
Vamos combinar de ler a parte importante, escrita antes d'eu saber esse cancelamento:
"O mundo da notícia é meu mundo, vai ser minha vida, foi a minha escolha."
É simplesmente idiota sequer pensar na possibilidade de escolher outro curso, não faz sentido algum pra alguém que sabe o que quer ser quando crescer desde que tinha uns 11, 12 anos. Que merda. Malditas certezas. Eu nunca tive sequer sgunda opção de faculdade, foi sempre jornalismo.
Estou tensa, nervosa, confusa e completamente indecisa.
{...}
"Você faz suas escolhas baseado principalmente na busca da satisfação e realização pessoal. Ao se decidir por uma profissão, considere se ela irá de fato lhe proporcionar a realização que tanto valoriza. Se você levar em conta seus gostos e interesses irá, com certeza, ter sucesso e ser feliz.
Lista das Profissões: Arquitetura, Artes Cênicas, Artes Plásticas, Astronomia, Ciências Biológicas, Artes Plásticas, Cinema, Engenharia Mecânica, Esporte, Filosofia, Jornalismo, Matemática, Publicidade, Rádio e TV, Turismo e Veterinária."
Não consigo mais escrever nada. Morri.
Beeijos, Jaqueline.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Certezas
"Não quero alguém que morra de amor por mim. Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando. Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo, quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade. Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim… Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível… E que esse momento será inesquecível.
Só quero que meu sentimento seja valorizado. Quero sempre poder ter um sorriso estampando em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre, e que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor. Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto.
Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho, que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento e não brinque com ele.
E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo. Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe, que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz.
Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia, e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos, talvez obterei êxito e serei plenamente feliz. Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas, que a esperança nunca me pareça um “não” que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como “sim”.
Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto ele é especial e importante pra mim, sem ter de me preocupar com terceiros, sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento.
Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão... Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades e às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim… e que valeu a pena!"
Gosto desse texto. Gosto do modo simples com que Mário Quintana trata nossa necessidade de amar, simplesmente amar, como a única certeza requerida. Como se bastasse isso pra que todo o resto de dissolvesse. Basicamente, concordo com ele. E talvez seja a grande explicação deu gostar... Escorpianos não amam, só se apaixonam, eu sei... Então, pulemos o amor, e partamos para as certezas.
Minha vida continua aquela incógnita maldita. Meu 2010 começou, passou-se um mês inteiro e mais alguns dias de brinde, e eu ainda não sei o que esperar. Isso continua me angustiando muito, o suficiente pro meu estômago arder em gastrite. Me irrita muito, ainda e apesar de todos os pranayamas de que consigo lembrar, saber - não achar - que não me contratarem por ter dezessete anos é uma tremenda injustiça. Injustiça das brabas. Não quero - e não vou - partir pra ignorância, armar escândalo, nem brigar com ninguém. Mas sei que, no maior pico de emoção negativa do meu bimestre, vou me acabar em lágrimas rancorosas.
Eu simplesmente quero esse emprego.
Não é que eu realmente precise - considerando a hipótese deu conseguir a bolsa na faculdade, claro - porque na pior das hipóteses vou continuar trabalhando na loja e, como seria em tempo integral (o pior dos meus pesadelos, acredite) talvez ganhasse um suave aumento.
Nem é só por pirraça (claro: liberdade e independencia financeira, além de horários livres e não trabalhar com pai, mãe e tia, é ótimo; e digamos que essa frescura com a minha idade tenha aumentado consideravelmente minha vontade desse emprego), mas porque eu adoro a área da educação infantil.
Não, não pretendo, nem tenho vocação, pra ser professora. O mundo da notícia é meu mundo, vai ser minha vida, foi a minha escolha. Então nem perca tempo me aconselhando a faculdade de Letras ou Pedagogia, no lugar de Jornalismo (que, afinal, nem precisa de diploma mesmo, né?). Também não comece com aquele papo cafona de maternidade.
Eu simplesmente me interesso pela educação infantil, porque é a partir dela que formamos o mundo. Se não temos uma infância - acima da escola, uma vida infantil - decente, não adianta muita coisa o ensino fundamental, nem o médio... Não em matéria de conhecimento, claro. Mas de cidadania, educação, princípios, ideais e atitudes como respeito, gentileza, atenção, dedicação, elegancia, decência ética e moral,... tudo isso deve ser trabalhado na infância, na pré escola. É uma fase, digamos, esponja: a criança absorve tudo o que você oferecer a ela, tamanha é a sede, a curiosidade.
Pra criança de três, quatro anos, tudo é novo, tudo é diferente - mesmo nos dias de hoje onde tudo perdeu o brilho e a única coisa capaz de distraí-las pareçe ser o Ben 10 - e elas só precisam de um pouco de incentivo adulto - ou adolescente, já que uma garota de dezessete anos é perfeitamente capaz de incentivar crianças - pra crescerem, evoluirem, aprenderem da melhor forma possível e ainda se tornarem crianças amáveis e educadas, com vontade de ir pra escola; não capetinhas que sorriem na frente dos pais e batem nos professores pelas costas deles.
Francamente: uma boa brincadeira, uns sulfites e lápis de cor, talvez uma música... Que mais uma criança de creche precisa pra se distrair? Mané video game o que, ow! Ela precisa de cultura, de criatividade, de música, artes, filmes, desenho livre, tesoura sem ponta, cola e purpurina (é que a vida já é sem graça, então, não economize purpurina) e uma auxiliar de sala que goste do que está fazendo (não que vá lá obrigada, pelo décimo terceiro e cestas básicas, e que olhe pros pequenos e veja só um bando de bichos insuportáveis), que veja nelas grandes oportunidades de sucesso, de crescimento, inteligência, capacidade... que veja nas crianças um pouco da magia que esse mundo perdeu faz tempo.
É preciso, pelo amor de Deus!, trabalhar a imaginação das crianças outra vez, como nos tempos em que fazíamos teatros, apresentações, cantávamos, inventávamos coisas 3D (numa época onde nada era 3D, acreditem). Sim, corríamos, subiamos em árvores, jogavamos bola, brincavamos de boneca. Computador era coisa chata de gente grande.
No pré, eu e uns amigos gastávamos nossos intervalos usando os restos de papel colorido que a profesora ia jogar fora, nossos amados lápis de cor Faber Castell 12 cores, tesoura e cola bastão (detesto a líquida, mas se sujar faz bem!), pra confeccionar cartões (3D, claro) pra professora (a melhor do mundo!) e ela foi enchendo uma bancada. Quando vimos, não tinha mais espaço pra tanto cartão, tanto desenho e recorte. E, acreditem ou não, não haviam pares. Sequer um igual ao outro.
O que é isso, senhoras e senhores? Falta do que fazer? Não! Excesso de imaginação! Muito incentivada, trabalhada, moldada, lapidada e, claro, aplicada.
Vou deixar as incertezas da minha faculdade (ballet, capoeira, vida amorosa...) pra amanhã.
Isso me cansa muito.
“brincando entre os campos das nossas idéias,
somos vagalumes a voar perdidos”
Beeijos, Jaqueline.
Mais Uma Sarada No Mundo, okay?
1ª e 2ª semanas de treino
3ª semana de treino
4ª semana de treino
3ª semana de treino
4ª semana de treino
01/02 - segundona! Nada melhor pra começar uma depressiva segunda-feira que um treino ras.ga.do de perna. Cheguei, mandei dois minutos na bike (só pra dizer que fiz, admito), alonguei direitinho e fui fazer agachamento, depois stiff; aí tinham duas frangas (mais frangas do que eu) ocupando o leg press e a mesa extensora; resumindo: fiz tudo fora da ordem ¬¬.
Em compensação, caprichei mais na carga e não boicotei nenhuma série (só tríceps sural que eu diminui pra 3x10, mas já vão entender por quê).
Fiz, então, agachamento, stiff, adutor, abdutor, mesa extensora, leg press, mesa flexora, glúteo na máquina, panturrilha no tríceps sural, com 45kg, panturrilha em pé (3x15), panturrilha livre (sem carga; consegui fazer 40 repetições); panturrilha em pé (com carga) em primeira posição de pés (3x15), em segunda e em terceira (uma série de cada); e panturrilha livre na primeira, segunda e terceira posições de pés (umas 15 repetições, série única, pra cada).
Quase chorei hahahahaha
{essas fotos são do meu 'antes' , digamos assim; hahaha aguaardem o tal 'depoois'}
02/02 - treino básico de dorsais e tríceps + deltoides {que não deu tempo de fazer ontem}; treinei direitinho, todos os exercícios mas troquei a elevação lateral pelo tal 'arnold express', acho que é esse o nome. Depois de tudo isso, foi um tanto difícil prender o cabelo. Hahahaha!
03/02 - hoje foi dia de peito e bíceps e - MELDELS - doeu ahn. Trocaram o supino reto de lugar, agora ta do lado do inclinado, então o tempo de trocar de aparelho é menor, logo, dói mais... Ok, então: fiz supino reto e inclinado {com CINCO kg de cada lado lol uma vitória pra quarta semana de uma people que NUNCA fez peitoral direito}; depois, fui fazer cruci e, como meu pai roubou meus pesos de três quilos (sim, minha academia só tem um par de halteres de três quilos ¬¬), eu fiz com quatro e quase morri. Partindo pro bíceps, fiz rosca scott com 9,5kg {7kg da barra + duas anilhas de 1.250kg cada}; terminei e, com a mesma barra e anilhas, fiz sorca direta, chorando também, porque tava fazendo com três quilos de cada lado, peso com que fiz rosca martelo, antes de sair correndo embora.
04/02 - Treino de perna caprichado, igual o de segunda, exceto a mesa flexora que me deu preguiça de fazer. Também fiz dorsais, treino completo logo pela manhã. Minha bunda tá doendo, e meu bíceps também - do treino de ontem. Ah, minha cabeça também dói. Mas aí não tem nada a ver com o treino.
05/02 - treino meio zuado :S de peitoral, deltoides, bíceps e tríceps. Fiz o treino completo dos dois primeiros, e dos outros dois, fiz só dois terços -.- mas doeu D= treininho puxaado, apesar de tuudo!
Beeijoos, Jaqueline.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
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