sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Imprevisíveis? Oi?

"Tu mal deves saber, mas enquanto tu estás discutindo as chances do teu time ir para a próxima fase, ela está usando o tempo falando em ti para as amigas, detalhando os teus jeitos e entrando no site (...) para descobrir como te conquistar da melhor forma, se baseando no teu signo. Se ela perguntar o número do teu pé, poderá te presentear com uma meia ou com um celular. A gente nunca sabe. Gurias são imprevisíveis."
(http://amorabusado.com.br/2014/01/14/seja-o-cara/)


sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Esse trem

"Nossa vida é uma constante viagem, do

nascimento até morte. A paisagem muda, as

 pessoas mudam, as necessidades se 

transformam, mas o trem segue adiante. A

vida é o trem, não a estação." 


(Paulo Coelho)



Só isso que eu tenho pra falar.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

É isso.

"Não tem nada melhor na vida do que sentir, ver, ouvir, ler, que alguém perde seu precioso tempo pensando, querendo, gastando, amando você.
Mas é verdade que amar alguém é uma arte. Quem ama abre mão de si mesmo muitas vezes. Esquece convicções. Pede desculpas mesmo quando acha que está certo. Sofre de saudade. Morre de ciúme. Parcela passagem em 12 vezes. Sorri quando o telefone toca. Tem dor de barriga quando ele lê sua mensagem no whatsapp – e não responde. A gente fica praticamente ridícula.
Mas o outro, que também ama (e essa é a melhor parte), acha a gente, que no fundo é ridícula, o último biscoito do pacote, a última cerveja gelada do deserto, os últimos 5% de bateria no celular.
Amor é isso."
Esse texto, tirado do blogue MPJ, cujo link segue acima, me fez sorrir. Porque a cada dia eu me sinto tão amada. Tão querida...! Sinto na pele o carinho transmitido via SMS. Ou naquela ligação de boa noite. Sinto uma alegria imensa ouvir de uma amiga bêbada que sou sua "best", porque, no fundo, eu não sabia né. Ver que, perante a possibilidade de ir sozinho com os amigos pra praia, meu amor se preocupa em quem vai me levar pra casa depois de uma noite de trabalho. E num outro momento, que ter dinheiro e não me ter não adianta. Vou falar isso baixinho, porque a inveja tem sono leve... Eu sou cada dia mais feliz! Com meus amigos, meu amor, meu trabalho, minha dança, minhas viagens, meus planos, meus sonhos. Não vejo a hora de curtir cada segundo! Ser amada é a melhor coisa do mundo! Só tenho motivos pra sorrir! <3 nbsp="">

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Pourqoui je danse?




Ontem, vendo o vídeo da nossa coreografia de dança do ventre, apresentada com muito amor em dezembro de 2013. Eu percebi o "por que eu danço". Vendo o vídeo, eu me lembrei da sensação. Duas vezes, dançando, ao invés de sorrir, eu gargalhei. Dei aquela risada gostosa e descontrolada, barulhenta e gostosa de dar e ouvir. Tudo o que eu sentia ali, no palco, era alegria. E engraçado, porque nosso tema era a alegria e a ideia era que passássemos esse sentimento para o público. As pessoas que nos assistiram comentaram do meu sorriso sempre aberto... Gente, prestenção: eu tava tão nervosa que nem conseguia respirar direito. E isso me deu dor na lateral da cintura, igual quando corríamos muito rápido no parquinho, quando éramos crianças levadas. Mas toda a angústia, a tristeza, a chateação foi esquecida quando a introdução começou e vi as meninas rebolando na coxia, como eu fiz tantas vezes na aula, pra que elas rissem e se divertissem como eu. E aí vi esse vídeo, que a Nur, a bailarina que me inspira a por alegria na dança, postou: "Why I dance"... E lembrei do vídeo da nossa dança e lembrei das minhas risadas. Da minha alegria em estar ali. E eu sei porque eu danço. Podia dar mil motivos relacionados ao bem estar do corpo, ao alongamento, a saúde, a vitalidade. A estética,... Mas não. Isso tudo não importa, realmente. Eu danço pra curar a alma. Pra sentir a mais pura alegria de viver. De fazer algo. Dói, sua, cansa. Mas não há nada melhor!  


"Se a batida está dentro de você, então você é um dançarino!"

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Amnesiar

Bom, aí eu olhei pra tela tão conhecida do Facebook, meu companheiro de todos os dias, de todos os trampos, de todos os B.O.'s e não tinha nada que eu quisesse nem ver e nem mostrar. Botei Clarice pra cantar e pensei: "acho que vou amnesiar." Esse verbo esquisito, que quer dizer que vou conversar com as minhas lembranças e escrever... Há quanto tempo, não?

Acho que ano que vem vou ter mais tempo... Quem sabe esse blog, que já me viu crescer e mudar tanto, não volte a ser minha companhia ano que vem. Ainda não parei pra fazer um balanço desse ano, mas pensando agora, assim, de repente, acho que foi um ano bom.

Terminei a faculdade. Isso com certeza foi ótimo. Arrumei um emprego na área. Melhor ainda... Pude estar com amigos e viver momentos incríveis com o meu namorado. Comprei um guarda roupa, finalmente convenci meu pai a arrumar o forro do quarto. Fui pra Blumenau, que cidade linda! Fui pra Minas, meu amor, meu sonho desde a sétima série. Apaixonante...!  Hum... Ah, é tão difícil lembrar de tudo. Impossível, na verdade, dada a amnésia. Mas sei que esse ano teve mais coisas boas que ruins.
Sim, eu me stressei no trabalho. Sim, eu briguei com quem eu amo. Sim, eu quis me matar só pra não ir na faculdade. Mas essas coisas, francamente, fazem parte. O que fica são as coisas boas. Os sorrisos. As amizades... As alegrias, as cervejas (na memória e na cintura né). Que em 2014 possamos aproveitar ainda mais as coisas boas e deixar pra lá as coisas bobas que nos fazem perder a alegria. 

Um beijo.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Da série "por que eu gosto de casamentos?"

Quando digo que gosto de casamentos, as pessoas dizem que é porque eu quero casar. Antes fosse assim tão simples. Não que eu não queira, mas também não sei se quero (hahaha isso é tão eu). O que sei é que adoro casamentos. Eles, na teoria, representam o amor no seu auge, no seu mais puro contexto. Representam o sonho, a esperança de dias felizes, as futuras lembranças das crianças quando pequenas, a visão dos dois velhinhos sentados na varanda, resmungando de mãos dadas.

Gosto de quando toca a música e todos se levantam para ver a noiva entrar. Gosto de olhar o noivo, com aquele sorriso, vendo-a vir até ele. E ainda mais do momento em que ele a toma das mãos do pai, lhe beija a testa com carinho e se aproxima para sussurrar em seu ouvido que ela está linda e que ele a ama. E aí, a noiva olha pra baixo e sorri, como se aquele fosse o primeiro elogio vindo dele, seu amor. O homem com quem vai viver os dias mais felizes da sua vida - sim, e os mais tristes também, a gente sabe, mas qualquer dor é pequena, tendo um abraço quente onde se esconder pra tomar forças.

Meus olhos se encheram de lágrimas quando, ao contrário de todos os casamentos dos quais eu já tinha participado, os noivos fizeram seus votos sem o microfone. Ali, baixinho, olhando nos olhos um do outro. "Na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, todos os dias de nossas vidas." Afinal, eles não tem que prometer isso aos convidados, nem aos pais, nem ao padre, nem a Deus. Mas sim um ao outro.

As músicas, as cores, as surpresas. A valsa do casal... Tive que me segurar para não chorar. Fiquei imaginando como se sentiam. Como nos filmes, quando o mundo some e a gente só enxerga o nosso par. É como eu me sinto quando danço com o meu amor, mas ele não gosta muito de dançar...

Casamentos são a prova de que não há realidade dura, difícil o suficiente para aqueles que acreditam num mundo melhor, em dias melhores. São a expressão da mais poderosa esperança. Do amor mais forte do que tudo. Não tem como não achar lindo. Mas eu - romântica incurável - não posso deixar de comentar aqui, que a coisa mais fofa, mais corajosa, mais linda de todas (e olha que tá difícil de desempatar) foi o noivo cantando pra noiva. Uma homenagem, uma declaração de amor. "Inspiração dos meus sonhos, não quero acordar, quero ficar só contigo... Pra que parar pra refletir se meu reflexo é você? Aprendendo uma só vida, compartilhando prazer. Pensa em mim, que eu to pensando em você e me diz o que eu quero te dizer, vem pra cá, pra ver que juntos estamos e te falar mais uma vez que te amo..."

Felicidades aos noivos e um brinde aos que ainda acreditam no amor.

Jaqueline Rosa.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Bellybeijos

Dançar e ver dançar são coisas que me causam um sentimento inexplicável de felicidade. Eu notei, durante o XIX Deusas que Dançam, que eu não sei olhar o todo simplesmente como plateia. Eu olho a coreografia como se estivesse lá no palco. Como se fosse a iniciante que não sorri de vergonha ou a gordinha que arrasa ou aqueles meninos se divertindo. Que coisa mais linda aquela mão ondulando, esticada a frente da barriga. Aquelas espadas vistas de ponta cabeça do cambré. Que lindos os sorrisos, os olhares, a história. Os dums e os taks. Que gostoso... Olhar aqueles pés em meia ponta. Parece que ouvia, dali da terceira fileira, o coração batendo forte das bailarinas. E sentia como elas o sangue correndo nas veias, pulsando no ritmo da música.

Eu fico tão sorridente e tão feliz olhando o dançar alheio que pareço louca ou idiota.



Fico com aquela cara de boba, sorrindo e batendo o pé no chão, marcando o compasso. Tempo, contra-tempo. Tempo, contra-tempo. Dum tak dum dum tak. Dum tak dum dum tak. 


O que eram aqueles quadris da Selena? O que foi aquela amizade de banheiro com a Lune? Como assim a gente invadiu o camarim da Lulu?

Somos loucas sim. Eu sou. Vai ver ainda to no clima de viver as oportunidades... Aquela coisa de quando a gente fica velha e acha que está perdendo tempo. Eu fiquei tão, mas tão feliz de ver a Lulu, falar com ela, abraçar e fotografar e sorrir e ver dançar... que não fiquei vários minutos sem palavras. Falar era pouco para explicar. Não queria parecer tiete. Fã ensandecida. Nem nada do tipo. Não sabia verbalizar a Lulu. E ainda não sei. Estou aqui falando, falando, falando e não dizendo nada.

Como definir alguém que é tão mágico que parece que nem existe? Pensar que a Lulu dos vídeos e das histórias é de carne e osso... que ela torce o pé, usa aplique, sente dor nas costas, cansa, chora... Imagina!

Também foi muito divertido sair com as meninas da dança. Ju, Thata, Pri e Soraia. Demais! Mas o agradecimento da noite vai pro Zé, sem o qual não teríamos nem saído da rodoviária. hahaha E pra Ju que pediu pro Zé levar a gente. E pra Soraia que quis ir no banheiro no fim do show. E pra mim que perguntei da Lune. E pra Thata que falou com a Lune e pra Lune que levou a gente até a Lulu. 

E pra Lulu e Evania e todas as bellydivas que arrasaram. Que venha 8 de dezembro, que eu to louca pra usar meu aplique. HAHAHAHA

BEIJOS, :*



Jaqueline Rosa.